humor

Se você se tornou mãe e anda com humor meio estranho, que hora faz você rir sem motivo ou chorar por causa de uma propaganda na TV, saiba que os americanos chamam isto de “baby blues”, problema que afeta de 70 a 80% de todas as novas mães.

  

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Categorias: Psicologia e Educação

pedro

No dia 2 de abril é celebrado o Dia Mundial do Autismo, ele é comemorado anualmente e foi criado pela ONU em  dezembro de 2007 para a conscientização das pessoas sobre outra pessoa muito especial, o autista.   

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Categorias: Saúde Bucal

preguiçosa

Isaac, meu filho lindo de 4 anos e quase 8 meses, está crescendo.

Cresce em tamanho. Perde as calças, as meias, os sapatos, as camisetas.

Perde e ganha.

Repassa uniforme para o primo, brinquedos aos amigos (que ele mesmo escolhe o que vai pra quem e eu me mato de orgulho – de mim e dele), roupas ao filho da moça que nos ajuda em casa.

E assim cresce como pessoa, ser, indivíduo.

Está mais consciente de quem é, das consequências de ser, do agir, do sentir, do saber e do não saber.

E é aqui que começa o papo que motivou esse post.

E é aqui que o processo educacional, já complexo e intenso, se transforma.

Lógico que (tentamos) seguimos na linha entre coerência e loucura.

Entre paciência e loucura.

Entre respirar fundo e sair correndo.

Mas não desistimos.

Eu não desisto.

Acontece que Isaac tem características bem marcantes.

E nesta fase vamos descobrindo que algumas delas devem ser trabalhadas o quanto antes.

O objetivo não é removê-las.

É aproveitar o melhor e o pior delas para o bem.

Bem do Isaac, desta família e alegria geral da nação.

Ouvi de uma querida a máxima “nasceu de 7 meses” ao presenciar as crises de pressa que meu filho tem.

Pensei em ter alí na frente uma adivinha.

Isaac nasceu mesmo de 7 meses.

Se é por conta disso ou não, eu não sei.

Se é por cor causa dos meu erros de mãe coruja ao extremo, que sempre atendi tudo com rapidez, pode ser.

Se é porque ele ainda não sabe que paciência é a maior riqueza que podemos carregar para a vida, talvez.

Isaac vive com pressa. Não tem um pingo de paciência para esperar um prato ou uma resposta.

Reclama, resmunga, se irrita.

E eu, graças a deus, pacientemente, tento mostrar que esse não é o melhor caminho.

(Pra algumas coisas, talvez seja, mas agora acho que não é)

Una então, a plena preguiça em ter paciência com a plena preguiça e com o fato de termos em casa um fruto de uma geração que vive do imediato, da rapidez e do descartável.

Ontem mesmo tivemos uma experiência

Eu e Isaac juntos.

Voltando da escola ele adora tirar os sapatos no carro.

Já expliquei que ele deve olhar para o cadarço antes de puxar.

Mas ele não olha e fica uma arara quando o laço vira nó.

E puxa mais forte. E o nó se torna um inimigo invencível.

Resolvi usar a oportunidade para pedir que ele tentasse ir se livrando do nó até em casa.

Como se fosse um jogo.

Ele desistiu em 2 segundos.

Insisti no lance da paciência.

Nada.

E ouvi uma boa porção de “eu não consigo”

E estremeci em cada uma delas.

Vi alí, então, a necessidade de falar sobre persistir.

Contei que, se eu tivesse desistido não o teria.

Aliás, não teria nem marido, nem namoro, nem faculdade, nem profissão.

Sei que as dificuldades da vida parecem ser assunto duro demais para uma criança de 4 anos.

Mas alí foi necessário.

Não aguentei ver meu filho vencido por um nó de cadarço.

Sei que da experiência de vida que ele tem, um nó pode ser uma muralha, mas é preciso começar a aprender a escalar, desbravar, descobrir.

E assim, aprender que para tudo há limites.

Até entre não desistir e se entregar.

O que é extremamente normal.

Se entregar não é uma doença, mas acho que não pode ser uma primeira opção.

 

Carol Garcia

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Categorias: Mamãe Blogueira

férias

Não é à toa que entre alguns pais têm crescido o temor às férias escolares e feriados prolongados com “pontes” (carnaval, Páscoa, e dias de professores). Estes são dias em que a criança está fora da escola, mas os pais geralmente têm que estar no trabalho. Para piorar a situação, pessoas que os ajudam e em quem você pode confiar em outras épocas do ano, muitas vezes também estão fora durante as férias. Atividades extra curriculares, como aulas de línguas ou esportes, por exemplo, também são canceladas nesses períodos.   

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Categorias: Desenvolvimento e Comportamento Infantil

vacina

Pais preocupados com a segurança das vacinas sempre questionam seus pediatras sobre prolongar ou espaçar o esquema vacinal recomendado. A maioria dos médicos tende a enfatizar a importância de dar todas as vacinas, nas épocas recomendadas, e delinear os potenciais perigos de não fazê-lo, mas alguns pais ainda resistem.

  

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Categorias: Saúde da Criança