natal

Como sempre acontece, e dessa vez não foi diferente, o ano passou voando, nem havíamos aberto todos os presentes e o ano já começava. Por razões de estudos, meu filho não passou o Natal conosco, ele estava estudando na França e por isso o meu presente mais legal do Natal passado chegou em janeiro desse ano, quando o Lucas voltou, para um pai que ama seus filhos não há presente maior do que ter a família reunida.

  

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Categorias: Saúde Bucal

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Muitas vezes na minha vida como pediatra recebi esta pergunta:

“Meu filho de 6 anos de idade, quer praticar esportes. Ele é muito jovem e como faço para ter certeza que ele permaneça seguro quando se joga um esporte?”

Lembre-se em primeiro lugar que a maioria das crianças praticam esportes para se divertir. Muitos pais querem que seus filhos sejam atletas profissionais e muitas vezes forçam a barra para que seus filhos iniciem esta vida muito cedo.

Idade, peso e tamanho não devem ser as únicas medidas utilizadas para decidir se o seu filho está pronto para jogar um esporte. Desenvolvimento emocional também é importante. As crianças não devem ser empurradas para um esporte ou ser colocado em uma competição que não estão fisicamente ou emocionalmente pronto para lidar. Considere permitindo que seu filho participe apenas se seu interesse é forte e você sente que ele pode lidar com isso.

No nosso blog, temos a colunista Maria Helena S. Castro D’Ancora, que escreve sobre esporte e sobre esta temática. Faça uma consulta nas suas postagens:

 

http://saudeinfantil.blog.br/?s=maria+helena&sa.x=7&sa.y=10&sa=Search

 

Autor: Dr. José Luiz Setúbal

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Categorias: Desenvolvimento e Comportamento Infantil

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Enfim.

Depois de 2 meses no esquema pega na escola-leva pra casa-almoça-leva pra natação-psicóloga-inglês-mercado-padaria-quitanda-amigos-trabalho, eu deitei a cabeça no travesseiro e fiz o drama que me cabe:

Why me, Lord?!?!?!

Fiquei um tempo deitada olhando pro teto, tentando me lembrar de algum detalhe bacana do meu meio período com Isaac.

E nada.

Não lembrei. E também não vivi.

E quase me matei afogada com o travesseiro.

Fiquei com raiva.

Como assim?

O dia agora é feito de compromissos e obrigações e a gente quase nem brinca mais.

Não tem mais aqueles longos papos. Não veste fantasia e rola no chão.

Nada.

A gente não anda mais pelo condomínio, a gente não para no Bosque pra se encher de areia, a gente não vai andar no shopping só pra ir conferir os cartazes novos do cinema.

Nada.

E ontem, quando ele pediu pra fazer o cineminha do final do dia eu dormi. Capotei na metade do filme.

E o pequeno só me acordou avisando que o filme tinha acabado e perguntou se já era hora de ir pra cama.

E que ódio que me deu.

Dos grandes.

Ódio de mim, dessa vida corrida.

Desse tempo que corre.

E como é que foi que as coisas ficaram desse jeito?

Matematicamente simples.

Enfie tudo o que der e o que não der em 24 horas.

Pronto.

Excedi o limite.

De tudo.

E deu que agora levo uma vida milimetricamente regida pelos segundos que me cabem.

E eu não quero viver assim.

Não quero e pronto.

 

Carol Garcia

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Categorias: Mamãe Blogueira

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traumatismo craniano

 

Quando ouvimos falar de violência doméstica e de abusos sobre crianças, pensamos sempre nas populações mais carentes e menos informada. Infelizmente isto não é a realidade. Tanto no Brasil, onde sou testemunha de casos semanais atendidos no Hospital Infantil Sabará (um hospital da rede de medicina suplementar que atende pacientes de classe média e alta da cidade de São Paulo) como nos EUA, Europa, Ásia etc como se pode ler nos jornais e ver no noticiário de TV quase que diariamente.

Milhares de crianças e bebês sofrem traumatismo craniano cada ano devido à agitação de bebês ou abuso físico devido à violência infantil. Muitas vítimas morrem, enquanto as outras crianças ficam deficientes para a vida. Em artigo da revista Pediatrics de dezembro de 2014 quantificou o grau dessas lesões pelo cálculo dos anos de vida perdidos por morte prematura, além dos anos de vida produtiva perdidos por sobreviventes devido à deficiência e menor qualidade de vida.

Para o estudo, ” Disability-Adjusted Life-Year Burden of Abusive Head Trauma at Ages 0–4″, os pesquisadores utilizaram dados de mortalidade para calcular que 334 crianças morreram em 2009 devido a traumatismo craniano abusivo.

Para avaliar o nível de deficiência entre os sobreviventes de traumatismo craniano abusivo, pesquisadores entrevistaram os cuidadores ou pediatras de 170 crianças feridas para aprender como as lesões afetaram o funcionamento neurológico das crianças. Os pesquisadores descobriram traumatismo craniano abusivo deixou 57 por cento das crianças cegas ou parcialmente cegas, com outro que exige 5 por cento cirurgia ocular. Gravidade dos ferimentos foi leve em 15,9 por cento dos casos; moderada em 13,5 por cento dos casos, e grave em 70,6 por cento dos casos. Vinte e três por cento das crianças necessário um tubo de alimentação. Usando uma fórmula para explicar perdido a esperança de vida e os anos vividos com incapacidade, os autores do estudo concluem que, em 2009, a carga de traumatismo craniano abusivo em os EUA era 69.925 anos de vida ajustados por incapacidade.

Os autores do estudo concluem que o traumatismo craniano abusivo é debilitante. Mais da metade dos sobreviventes gravemente feridos morrerão antes de 21 anos de idade, e aqueles que sobrevivem a uma lesão grave têm uma redução de 55 por cento na saúde relacionados com qualidade de vida. Mesmo uma lesão abusiva traumatismo craniano leve provoca deficiência que excede a de uma queimadura grave.

Como se vê, a realidade colocada em números é muito dura.

 

Autor: Dr. José Luiz Setúbal

Fonte: Article Pediatrics dec -2014

Disability-Adjusted Life-Year Burden of Abusive Head Trauma at Ages 0–4

 

As informações contidas neste site não devem ser usadas como um substituto para a atenção médica e orientação de seu pediatra. Pode haver variações no tratamento que o pediatra pode recomendar com base em fatos e circunstâncias individuais.

 

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Categorias: Artigos

dicas-para-compra-de-brinquedos

Final de ano, os pais já começam a procurar presentes para dar para seus filhos, e sempre vem a pergunta: O que comprar? O importante em brinquedos para crianças, é que elas possam brincar com eles e que os pais possam se aproveitar disto e brincarem juntos com seus filhos. Hoje em dia as crianças parecem preferir as telas (smartphones, tablets e computadores), que estão sempre nas listas de desejos. Como posso ter certeza de que estou comprando brinquedos que são seguros e adequados para o meu filho?

  

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