Lá estava eu, de novo, esparramando a bunda pelas beiradas da cadeirinha colorida.

Reunião de pais e mestres.

Professora nova, reencontro com as mães, sorriso para os amigos turminha.

Prestei bem atenção aos novos detalhes da rotina do Isaac.

Inglês, aula de música, brinquedoteca, educação física, tarefinhas, projetos de leitura, corpo humano, virtudes e valores, …, …, …

Prestei atenção.

Anotei.

Perguntei.

Pensei sobre o tempo, vi os pequeninos alí, nem tão pequeninos assim.

Cresceram.

Cresci.

Envelheci.

Mas sem dor, sem tristeza.

Só constatei alí que o tempo passa mesmo. E sem piedade.

O assunto desfralde deu lugar ao “eles pedem e a auxiliar os acompanha ao banheiro”.

Toalhinha e tapetinhos ficaram lá no passado.

A caixinha com lápis, giz e caneta se transformou em um estojo grande, com duas repartições.

E cada um cuida do seu próprio material, nos explicou a professora.

E cada um reconhece o próprio nome, portanto mandem os itens etiquetados.

Alfabeto, escrita espontânea, evolução do desenho, coordenação específica.

Números, ciências, estudos sociais.

Livros, atividades, tesoura.

Novo pra ele, novo pra mim.

Carol Garcia

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luan

Uma historinha de como as barreiras podem cair quando o carinho e a paciência são maiores do que as dificuldades

Aos 5 anos Luan era um garoto como qualquer outro da sua idade: adorava televisão, vídeo games e mexia em um computador como se tivesse nascido com isso. Bem, na verdade ele nasceu, não é? Bem diferente da sua vovó, que na juventude era uma garota esperta, batia 200 toques por minuto no curso de datilografia, era apaixonada por cinema e o máximo de tecnologia era usar um videocassete. Mas Luan não sabia o que era uma vitrola, nem uma máquina de escrever e muito menos um daqueles telefones de disco, que quando viu ficou intrigado com a aparência do aparelho. Foi difícil a vovó de Luan convencer o menino que antigamente era naquilo que as pessoas conversavam – mas ele concordou, meio desconfiado.

 

  

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Cada vez mais as crianças têm acesso as telas da TV, Cinema, Videogames, Computadores etc. Será que o que elas assistem pode afetar sua percepção do Mundo? E em relação aos pais e cuidadores?

Como as cenas que contenham sexo e violência tornaram-se mais prevalente em filmes direcionados aos jovens, os pais podem ser menos propensos a proteger seus filhos a partir deste conteúdo, de acordo com um estudo publicado em novembro 2014 na Pediatrics.

  

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Children using smartphones

Muitos bebês e crianças pequenas adoram brincar com tablets e celulares touch-screen, e não é de admirar! A tela de toque oferece gratificação instantânea com suas imagens frescas, movimentos e sons apelando aos seus sentidos. Compreensivelmente, muitos pais estão entusiasmados com esta tecnologia interativa, pois, principalmente através de anúncios de mídia, eles já ouviram falar que os bebês podem aprender letras, números, palavras e conceitos. No entanto, até hoje não há nenhuma pesquisa publicada que estuda a relação entre tablets ou smartphones e aprendizagem infantil.

  

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tablet

Quando a Academia Americana de Pediatria (AAP) publicou a sua declaração política em 1999, o uso da mídia eletrônica era desaconselhado para crianças com menos de 2 anos, o foco foi em programas de televisão, vídeos e DVDs.

Ao longo dos últimos 15 anos, o cenário da tecnologia mudou dramaticamente. Crianças agora têm acesso a uma variedade estonteante de dispositivos touchscreen que estão disponíveis em qualquer lugar e em todos os lugares. Embora a AAP reviu a sua política de uso de mídia ao longo dos anos com base na mais recente pesquisa, a mensagem sobre a exposição dos bebês para as telas é o mesmo.

  

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